Ao Meu Pai Desconhecido!
Pai...
Eu queria tanto!
Ter contemplado a tua face,
Segurado com firmeza a tua mão,
Ter sentido o calor do teu abraço,
Ter ouvido as batidas do teu coração.
Pai...
Eu queria tanto!
Ter correspondido ao teu sorriso,
O timbre da tua voz ter ouvido,
Ter sentido o teu “cheiro de pai”
E ter dito “TE AMO, PAI QUERIDO”!
Pai...
Eu queria tanto!
Ter afagado os teus cabelos, tua pele!
Contigo ter brigado...e brincado!
Teus conselhos!? Queria ter ouvido...
E adormecido tranquila ao teu lado.
Pai...
Eu queria tanto!
Ter chamado o nome: “PAPAI”!
Ter recebido os carinhos teus,
Ter visto teu olhos a me olhar,
Bem fundo... aos olhos meus.
Pai...
Eu queria tanto!
Ter escrito um poema diferente,
Retratando o que contigo vivi,
Só que não posso inventar, pois
Infelizmente Pai, não te conheci.
Eu queria tanto!
Ter contemplado a tua face,
Segurado com firmeza a tua mão,
Ter sentido o calor do teu abraço,
Ter ouvido as batidas do teu coração.
Pai...
Eu queria tanto!
Ter correspondido ao teu sorriso,
O timbre da tua voz ter ouvido,
Ter sentido o teu “cheiro de pai”
E ter dito “TE AMO, PAI QUERIDO”!
Pai...
Eu queria tanto!
Ter afagado os teus cabelos, tua pele!
Contigo ter brigado...e brincado!
Teus conselhos!? Queria ter ouvido...
E adormecido tranquila ao teu lado.
Pai...
Eu queria tanto!
Ter chamado o nome: “PAPAI”!
Ter recebido os carinhos teus,
Ter visto teu olhos a me olhar,
Bem fundo... aos olhos meus.
Pai...
Eu queria tanto!
Ter escrito um poema diferente,
Retratando o que contigo vivi,
Só que não posso inventar, pois
Infelizmente Pai, não te conheci.
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(Minha Verdade e de muitas outras pessoas
que não conhecem seus Pais biológicos)

































